NOME EM INGLÊS: Angolan black and white colobus or Colobus Monkey
NOME CIENTÍFICO: Colobus polykomos angolensis
REINO: Animal
FILO: Chordata
CLASSE: Mamalia
ORDEM: Primatas
FAMÍLIA: Cercopithecidae
SUBFAMÍLIA: Colobinae
GÊNERO: Colobus
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: África Central. Angola, a República Democrática de Congo (o Zaire), Ruanda, Burundi, Zâmbia, Quênia, Tanzânia,.
HABITAT: O colobo prefere florestas primárias e secundárias, floresta fluvial, e gramado arborizado. Vivem em grupos sociais consistindo em um adulto macho com muitas fêmeas e seus filhotes. Um total que varia de 6 a 20 indivíduos.
TEMPO DE VIDA: 20 a 30 anos
TAMANHO: 76 cm
PESO: de 7 a 13 kg
GESTAÇÃO: aproximadamente 6 meses
REPRODUÇÃO: depois de uma gestação de 6 meses a fêmea deixa o grupo para dar a luz e retorna um dia depois com seu bebe recém-nascido. No início a fêmea segura o bebe em seus braços, passado algumas semanas ele está forte suficiente para agarrar nas costas da mãe e poder se segurar sozinho.
DESMAME: O filhote é desmamado com aproximadamente sete meses mas depois de 6 semanas de nascido já começa a se alimentar de folhas.
CÔR: O colobo possui o pêlo branco e preto. A sua coloração serve de sinais para outros do grupo. Os filhotes nascem brancos e se tornam gradualmente pretos em alguns meses depois.
O colobo é o mais arbóreo de todos os macacos africanos e raramente desce ao chão. Usa os galhos das árvores como trampolim para saltar de uma árvore para outra e podem atingir pulos de até 15 metros. Acredita-se que os pêlos longos e o rabo servem como pára-quedas durante seus longos pulos.
Algumas vezes eles arrotam um na cara do outro como sinal social amigável. O som é uma chamada de advertência dos machos e seu território é bem definido sendo defendido pelo macho e muitas vezes pelas fêmeas.
Os habitantes dizem que eles podem prever o tempo, pois ficam quietos quando o tempo ruim está por vir.
Uma lenda árabe diz que um macaco colobo rasgará sua pele quando estiver ferido. A lenda africana diz que estes macacos são “mensageiros dos deuses” por causa do hábito de empoleirar nos topos das árvores ao amanhecer, sentado silenciosamente como se estivesse fazendo uma oração.